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Melasma
23 julho 2021

Melasma: dermatologista afirma que há peles mais suscetíveis a esse tipo de mancha

Saiba o que fazer para evitar seu aparecimento e como tratar a doença  

Manchas escuras no rosto, braço, pescoço e colo podem ser sinais de melasma, cuja melhor forma de prevenção é o uso diário de protetor solar, além da utilização de roupas, chapéus, óculos escuros e sombrinhas ao se expor ao sol, principalmente fora do horário recomendado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), de 09h às 15h.  

De acordo com a dermatologista Duanne Freitas, da Clínica Osmilto Brandão, as possíveis causas da doença ainda não foram totalmente elucidadas, mas, além da exposição ao sol e à luz visível, influências genéticas e neovascularização (formação de novos vasos sanguíneos), existe o envolvimento de atores como o estrogênio, hormônio sexual feminino. Isso explica o aumento de sua prevalência entre mulheres no pós-parto, usuárias de contraceptivos orais e gestantes.  

A médica chama atenção para o seguinte: há peles mais suscetíveis a esse tipo de mancha. “A literatura médica mostra que o melasma afeta mais as mulheres com pele de fototipo 3 e 4 (pele morena clara e morena moderada) asiáticas e hispânicas”, entretanto, segundo ela, “a causa não foi totalmente elucidada, mas sabe-se que existe uma predisposição genética envolvida”. 

Tratamento 

De acordo com a SBD, estima-se que o melasma atinja cerca de 35% das mulheres no Brasil.  Em caso de aparição, o acompanhamento com médico dermatologista é essencial. Além do uso de protetor solar diariamente, Duanne Freitas orienta sua associação com uma rotina individualizada de cremes clareadores e antioxidantes orais, além de procedimentos realizados em consultório médico para auxiliar no clareamento das manchas. No caso de gestantes, além de manter as medidas de fotoproteção, elas podem realizar tratamentos sob orientação do dermatologista. 

“O tratamento para o melasma deve ser sempre individualizado, levando em consideração as características da pele, a profundidade do pigmento, o fototipo e se há neovascularização associada. A fotoproteção é fundamental para o tratamento, além dos cremes de uso domiciliar. Os peelings e algumas tecnologias de laser podem ser associados ao tratamento”, frisa a dermatologista Duanne Freitas. 

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